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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Gaijin-san 13: Mangá no Geral

Todos os colecionadores sofreram com o mal de não ter sua coleção completa. Mangás e o que achamos de comprá-los no Brasil, lets go.

















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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Fate/Saiba Quem Foi: Gareth

Vindo das lendas arturianas chega Sir Gareth da Távola Redonda. Em Fate/Grand Order Gareth tem uma aparência bem honesta em relação ao Gareth das lendas, sendo a maior diferença seu gênero trocado. Dito isso Gareth é uma garota animada, valente e honesta como todo bom cavaleiro deve ser.



GARETH

Um dos cavaleiros da Távola Redonda, apelidado de “Beaumains” (Mãos Bonitas em francês). Gareth está mais para um personagem criado pelos romancistas europeus inspirados nas lendas arturianas, sendo assim, mesmo que tenha existido algum cavaleiro com esse nome, e ainda ligado à Arthur, as ações e aventuras contadas nos livros dificilmente seriam seus verdadeiros feitos, mas são suas aventuras dos livros as mais conhecidas. Gareth apareceu pela primeira vez nos versos do poeta Chrétien de Troyes chamados de Perceval ou le Conte du Graal (Percival, A História do Graal) datados do século 12. Gareth era sobrinho de Arthur e irmão de sangue de outros cavaleiros da Távola como Gawain, Agravain e Gaheris assim como meio-irmão de Mordred e era o mais jovem de todos. Gareth tem a maioria de suas aventuras aparecendo no Ciclo da Vulgata (ou Lancelote-Graal), um dos ciclos de contos das lendas arturianas. Gareth, junto com seus irmãos, deixou os serviços de seu pai, o rei Lot, para servir Arthur.


Primeiramente Gareth se apresenta sob outro nome para a côrte de Arthur procurando trabalho e pede permissão para que lhe sejam concedidos três pedidos, o primeiro sendo apenas alimento para um ano, e que os outros revelaria depois e Arthur concede e ainda dá trabalho ao menino como ajudante de cozinha, sob os cuidados de Sir Kay que caçoava do menino e inclusive deu-lhe o apelido de “Beaumains”, mas Lancelot e Gawain gostam do garoto e o ajudam quando precisa. Certo dia uma garota chamada Lynette chega à côrte de Arthur pedindo ajuda para que salvem sua irmã Lyonesse das mãos do Cavaleiro Vermelho. Gareth então pede seus outros dois pedidos, que lhe permitam assumir essa missão e que Lancelot o consagre cavaleiro antes de ir, mas Lynette toma Gareth como um simples ajudante de cozinha e não acredita que ele tenha tal capacidade de combate. O jovem cavaleiro logo mostra o contrário ao derrotar Sir Perarde, o Cavaleiro Negro, um dos companheiros do Cavaleiro Vermelho, e tomou para si seu cavalo e armadura. Logo depois derrotou o irmão de Perarde,  Sir Pertolope, o Cavaleiro Verde, mas poupa-lhe a vida em troca de seus serviços ao rei Arthur e assim foi também com Sir Perimones, o Cavaleiro Castanho, e Sir Pesaunte, o Cavaleiro Índigo. Finalmente Gareth chega ao castelo da garota Lynette e luta contra o Cavaleiro Vermelho, Sir Ironside. O embate durou o dia todo até que Gareth, como um lobo furioso, finalmente vence o forte inimigo. Antes de Gareth matar Ironside em honra dos outros que falharam em salvar Lyonesse, o Cavaleiro Vermelho explica que só fez tudo isso para chamar a atenção de Lancelot à quem jurou matar. Gareth então poupa a vida do cavaleiro e o faz jurar lealdade à Arthur e ainda o leva para Camelot para se desculpar com Lancelot e finalmente Gareth ganha seu lugar na Távola Redonda.



Gareth ajudou Arthur e seus cavaleiros em várias batalhas, como na invasão dos Saxões. Em um torneio entre os cavaleiros de Camelot Gareth entrou disfarçado e derrotou até o grande Lancelot, sendo um dos dois únicos que já conseguiu tal feito, o outro foi Tristan. Porém, durante os eventos envolvendo Lancelot e seu caso com Guinevere (esposa de Arthur), Gareth estava desarmado quando perseguia o cavaleiro dito traidor e Lancelot mata Gareth por acidente dando início aos eventos mais desastrosos das lendas arturianas. Os contos das aventuras de Gareth vieram à inspirar muitas outras histórias parecidas, principalmente a da sua missão para derrotar o Cavaleiro Vermelho.




Na cultura popular
(OBS 1: Como Gareth não tem filmes ou séries focados nele decidi botar itens onde ele tem pelo menos algum tipo de participação minimamente importante)

Knights of the Round Table [Os Cavaleiros da Távola Redonda] (1953): Nesse filme Gareth não tem um papel muito relevante, mas ele tá lá junto dos outros cavaleiros e ainda participa do torneio entre eles...eu acho.




Lancelot and Guinevere/Sword of Lancelot [Lancelot, O Cavaleiro de Ferro] (1963): Aqui aparece a cena de Lancelot fugindo dos cavaleiros e atingindo o indefeso Gareth.




Quest for Camelot [A Espada Mágica - A Lenda de Camelot] (1998): Filme animado da Warner Bros. bem vagamente baseado no livro The King's Damosel (1978) e que você provavelmente já viu. Sei que é estranho botar esse filme aqui, mas decidi botar porque foi o único que eu achei que segue pelo menos algo dos elementos da aventura de Gareth contra o Cavaleiro Vermelho, embora seja um filme bem ruinzinho. É só que o Cavaleiro Vermelho se chama Ruber e usa magia, Gareth se chama Garret e é um andarilho cego da floresta e a Lynnete se chama Kayley e é a protagonista...nada demais, né?






OBS 2: No ciclo de 12 poemas narrativos Idylls of the King [Idílios do Rei] (1859-1888) do poeta Alfred Tennyson, os inimigos de Gareth são associados à diferentes partes do dia ao invés de cores. São eles o Estrela da Manhã, Sol do Meio-Dia, Estrela da Tarde e o Cavaleiro da Noite ou da Morte que era apenas um garoto.






terça-feira, 23 de junho de 2020

Fate/Saiba Quem Foi: Eric Bloodaxe

Um dos personagens de Fate/Grand Order que não foi transformado em alguma piada. A história dele é igual à figura mitológica em questão, mas o que é mais interessante até mais que Eric é a sua arma que é um dos seus Fantasmas Nobres. Esse rei viking possui um machado vermelho gigantesco que foi feito com os ossos de uma fera-demônio que ele matou e assim o machado se tornou uma espécie de ser vivo que precisa se alimentar de sangue de tempo em tempo ou então acabará morrendo e por causa dessa influência demoníaca apareceram chifres na cabeça de Eric e sua sede por lutas e violência só aumentou.




ERIC BLOODAXE

Na época em que a antiga Noruega estava unificada, nascia Eric, filho de Harald “Finehair” ou “Cabelo Belo” (dito o primeiro rei da Noruega unificada), por volta de 885 d.C. Por razões desconhecidas Harald decidiu deixar seu trono para Eric, mesmo ele sendo um dos filhos mais novos. Harald tinha muitos filhos com outras mulheres e esses ficaram insatisfeitos com a decisão do pai. Ao assumir o poder Eric foi atrás de matar os seus irmãos mais velhos, temendo que eles tentassem algo contra ele. Ganhou o apelido de “Bloodaxe” ou “Machado Sangrento” pois muitos dos seus irmãos foram degolados por ele pessoalmente e assim, por volta de 930 d.C., começou as sagas do rei viking Eric Bloodaxe, que conseguiu sua coroa através de banhos de sangue.


Existem outras histórias narradas em diversas sagas, tais como a das moedas com o seu nome, seu casamento com Gunnhilld, que diziam ser uma bruxa, assim como a rivalidade do casal com Egil, filho de Skallagrim, mas as mais interessantes são suas sagas como rei. As notícias do fatricídio de Eric chegaram aos ouvidos de Athelstan na Inglaterra, que temendo que o rei sangrento rompesse a trégua que tinha com Harald, mandou Haakon para destroná-lo, pois Haakon também era filho de Harald, um filho que ele havia mandado para a Inglaterra um tempo atrás. Haakon conseguiu o apoio necessário para tirar Eric do trono, por volta de 935, que se exilou ao norte da Escócia e depois em 940 viajou para o Reino de York que tinha influência do antigo reino anglo-saxão da Nortúmbria. Lá Eric passou muitos anos participando de incursões locais de pilhagem e com isso firmou alianças que o ajudaram à disputar o trono de York e ele se tornou um dos reis vikings mais temíveis e implacáveis durante o breve período de 947 até 948. O motivo disso pode ser que os atos de pilhagem de Eric chegaram aos ouvidos do rei inglês Edred que decidiu combatê-lo, vendo que não dispunha de um exército forte o suficiente para assegurá-lo no trono Eric decidiu renunciar. Então apareceu Olaf Cuárán de Dublin que viajou para Nortúmbria e assumiu o trono de York aproveitando-se da situação do reino.



Nos anos que se seguiram Eric juntou aliados para novamente tomar o trono e finalmente, em 952, o reassumiu derrotando Olaf. Porém, por volta de dois anos de seu reinado, Eric veio à sofrer uma traição, que o fez perder muito do que tinha de apoio. O nome da pessoa que cometeu essa traição não é bem certa, mas diz-se que foi um homem chamado Maccus, filho de Olaf o mesmo que Eric e seus homens derrotaram pelo reino de York. Então o exército inglês de Earldom da Bernicia foi de encontro ao parco exército de Eric em Stainmore, e então conseguiram cercá-lo e lá o rei sangrento encontrou seu fim em combate. Sua morte marcou o fim da era de independência dos guerreiros vikings.


Eric Bloodaxe (Berserker)




Na cultura popular

Não existem filmes ou séries sobre Eric Bloodaxe. Tem alguns filmes com personagens chamados de Eric que são vikings, mas não são sobre o rei sangrento em questão. Existe um livro chamado Mother of Kings de 2001 contando as sagas de Gunnhild, esposa de Eric e na quarta temporada da série Vikings (por favor perdão pelo "spoiler histórico") aparece Harald "Finehair", o pai de Eric.






quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Angra Mainyu

Em Fate o espírito primordial do mal que é Angra Mainyu já teve várias formas, pois ele próprio não possui mais uma forma própria. Em Fate/Stay Night ele é uma criatura quase amorfa nascida do Graal corrompido desde a terceira guerra por causa do clã Einzbern. Em Fate/Zero (prequel de Fate/Stay Night) esse mesmo Graal corrompido já também possuiu a personagem Irisviel tornando-a um avatar do espírito maligno e em Fate/Hollow Ataraxia assume a forma do vencedor da quinta guerra do Santo Graal, Shirou Emiya, mas um Shirou Emiya tatuado e bronzeado, essa forma também é usada no jogo Fate/Grand Order. Na verdade ele não é "o" deus de todos os males e sim um garoto que muito tempo atrás foi forçado à ser um sacrifício de sua vila para receber a maldição de todos os males do mundo em seu corpo para apaziguar os males que afligiam a própria vila. Por isso ser, de certa forma, um ato heróico ele acabou sendo aceito como servo pela entidade "Mundo" que lhe atribuiu o nome de Angra Mainyu, pois era o que mais se aproximava de sua origem histórica. Essa sua forma foi invocada pela primeira vez na terceira guerra pelo clã Einzbern, mas ele acabou sendo derrotado e seu espírito foi aprisionado no Graal ocasionando sua corrupção vista em Fate/Zero e Fate/Stay Night. Ele é o personagem mais difícil de tirar no jogo Fate/Grand Order e também o mais fraco.



ANGRA MAINYU

De acordo com o zoroastrismo (religião fundada na antiga Pérsia por Zaratustra), cujas palavras são ditas no Avesta (livro principal do zoroastrismo), Angra Mainyu (ou Arimã) é o princípio de todo o mal, o deus de todos os males, o total oposto de seu irmão gêmeo Ormuz (ou Ahura Mazda), o deus ou princípio do bem. Durante o parto dos gêmeos, Zurvan (o deus assexuado do tempo) disse que o primeiro que saísse seria o mais forte. Ouvindo isso Arimã forçou sua saída primeiro e por causa disso Zurvan profetizou que seu império do mal acabaria em alguns milênios e seu irmão então assumiria por toda a eternidade. Arimã então se voltou contra seu irmão se tornando o espírito do mal. Outra interpretação é de que foi Ormuz quem criou dois espíritos, Spenta Mainyu (a bondade) e Angra Mainyu (a maldade). Independente da interpretação a idéia é que as duas entidades se opõem.


Muitas vezes Arimã é retratado como um ser invejoso, querendo destruir e deturpar tudo que seu irmão cria, muitas vezes criando o oposto do que seu irmão criava, por exemplo Ormuz criou a luz, o céu, a terra, a riqueza e tudo que é bonito e bom, enquanto que Arimã criou a escuridão, os demônios, a pobreza e tudo que é feio e perverso. À ele também é atribuída a criação dos demônios chamados de devas, embora nos textos religiosos dos Gathas a origem dos devas é Aka Manah (mal pensamento) que representa o desejo sexual. No Avesta diz que Aka Manah foi enviada por Arimã para ajudá-lo à corromper a humanidade. No poema épico Shahnameh, Arimã com seu exército de demônios mata Syamak, filho de Keyumars, que no Avesta é dito como o primeiro mortal criado por Ormuz, enquanto que no poema ele é dito como o primeiro rei da humanidade e que também era amado por Ormuz, sendo assim Arimã fez cair sobre ele suas maldições. Também durante a jornada de Zaratustra para espalhar a palavra do zoroastrismo Arimã ficou tentando o profeta à parar de venerar Ormuz e passar à venerar o mal.

Ahura Mazda (à esquerda) contra Angra Mainyu (à direita)

A luta entre os dois pode ser interpretada tanto de forma material, em que Arimã tenta invadir o céu, mas é repelido por Ormuz com a ajuda de Atar (espírito do fogo e do relâmpago), como espiritual em que a obscuridade e a ordem são vencidas pela luz e pela ordem assim como o inverso. Ao que parece a batalha entre os dois irmãos, representando o bem contra o mal, ainda está acontecendo e a humanidade ainda está para ver o resultado dela. Os mais devotos acreditam que Ormuz irá vencer e Angra Mainyu ficará para sempre confinado no submundo onde os seus demônios devorarão uns aos outros.



Angra Mainyu (Avenger)

Angra Mainyu ainda não nascido no jogo Fate/Stay Night

Irisviel possuída por Angra Mainyu em Fate/Zero

Irisviel possuída por Angra Mainyu em Fate/Grand Order como uma boss do jogo




Na cultura popular

On Wings of Fire (2001): Um documentário falando sobre a criação do zoroastrismo com uma cena ou duas encenadas com figuras contando as histórias de Angra Mainyu.








OBS: Tem um livro chamado The Incarnation of Ahriman: The Embodiment of Evil on Earth, mas não li para saber do que se trata.


terça-feira, 27 de agosto de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Charles-Henri Sanson

O pretendente à médico que ficou mais conhecido por sua infeliz ocupação de executor e que deu fama à ferramenta chamada guilhotina. Na franquia Fate o servo Charles tem uma certa paixão por Maria Antonieta, uma das vítimas de sua guilhotina.



CHARLES-HENRI SANSON

Os Sanson foram uma família que desde 1684 serviram à realeza francesa como executores reais, sendo o posto passado de pai para filho. Charles John Baptiste Sanson ensinou o ofício para seu filho mais velho, Charles-Henri, por 20 anos. Primeiramente ele queria ser médico, mas seu pai começou a sofrer de paralisia então teve que largar os estudos de medicina visando sustentar a família como executor, apesar de seu repúdio pelo ofício. Em 1765 casou-se com Marie-Anne Jugier com quem teve dois filhos, Henri e Gabriel. No dia 26 de Dezembro de 1778 seu pai deu à Charles-Henri o casaco vermelho, sinal de que era agora o mestre executor.


Usando de seus conhecimentos de medicina Charles-Henri dissecava os corpos das pessoas que executava para estudá-los além de fazer remédios com as ervas que plantava em seu jardim. Foi ele quem apoiou o Dr. Joseph Ignace Guillotin (médico e deputado da Assembléia da França) à respeito do uso da guilhotina nas execuções, afim de dar à vítima o mínimo de sofrimento já que era mais difícil decapitar com uma espada, e assim Tobias Schmidt, fabricante de instrumentos musicais e amigo de longa data de Charles-Henri, construiu o primeiro protótipo. Quando o protótipo foi testado pela primeira vez o próprio Charles-Henri inspecionou o dispositivo e foram feitos vários testes com fardos de palha, ovelhas vivas e com cadáveres humanos até que depois de uma semana, em 25 de Abril de 1792, a Assembléia aprovou o uso e no mesmo dia Charles-Henri efetuou a primeira execução por guilhotina da história na Place de Grève matando o ladrão Nicolas Jacques Pelletier. Os custos e os riscos nas decapitações por guilhotina eram menores do que as que eram feitas com a espada e por isso Charles-Henri recebeu da Assembléia os direitos de um civil normal, pois as leis e até o modo de tratamento pela sociedade eram diferentes para os executores. Ele também já executou revolucionários conhecidos, incluindo Georges Danton, Maximilien Robespierre, Louis Antoine de Saint-Just, Jacques Hébert e Camille Desmoulins. No ano de 1793 o rei Louis XVI foi acusado de alta traição contra o estado e Charles-Henri foi designado para executá-lo e essa foi uma das suas execuções mais conhecidas, além disso ele também participou da execução da viúva de Louis XVI, Maria Antonieta, mas quem realizou o feito foi seu filho mais velho, Henri, já designado como o próximo executor da família Sanson. Diante da guilhotina de Sanson a única esperança era a morte.

Charles-Henri Sanson segurando a cabeça de Louis XVI em 1793

De 1789 até 1796 estima-se que Charles-Henri Sanson executou 2548 pessoas. Dessas, 370 eram mulheres, 22 eram menores de idade e 9 tinham mais de 80 anos de idade. Charles-Henri morreu de velhice em 4 de julho de 1806 deixando para trás 40 anos de seu legado de morte, seus dois filhos e seu neto que vieram a ser a última geração de executores da família Sanson.



Charles-Henri Sanson (Assassin)




Na cultura popular

La Révolution française - les années terrible (1989): O segundo filme de uma duologia de filmes (looooongos) contando a história da revolução francesa. Charles-Henri é interpretado pelo saudoso Christopher Lee, mas aparece bem pouco



Innocent (2013): Um mangá de autoria de Sakamoto Shinichi que tem como protagonista principal Charles-Henri Sanson e seu caminho de executor. É bem cativante à seu modo e a arte é muito bem feita.




OBS: Existem mais dois livros que contam com Charles-Henri Sanson como protagonista, mas não os li para opinar sobre. São eles A Place of Greater Safety e The Executioner Heir.