sexta-feira, 19 de julho de 2019

Meu Top 5 Melhores Momentos de CDZ

Hey you, aqui é o Senpai, e nesse post vou falar de um dos meus animes favoritos (creio que ele está em primeiro lugar, mas Fate ainda compete). Todos que passaram por esse anime devem ter suas cenas favoritas então vou compartilhar as minhas 5 favoritas de toda a série. Só avisando que são todas do arco dos Cavaleiros de Ouro. E vão perdoando umas "trapacinhas" que eu fizer, tá? Vamos ao que interessa.







5. Seiya e a armadura de ouro

Acompanhando um anime de ação sentimos que o momento em que um personagem ganha um poder à mais é de arrepiar os cabelos do corpo inteiro ("um dos" quero dizer). Não foi diferente quando Seiya utiliza a armadura de Sagitário não só para derrotar três cavaleiros de prata ao mesmo tempo como também para proteger a Saori de um ataque do Aioria de Leão e ainda rebate. Só é ruim que ficou só na promessa o Seiya se tornar um cavaleiro de ouro protegendo o Santuário e tudo mais...(mas e o ômegaaa?)...só na promessa.





4. Shaka abre os olhos e Ikki se amedronta

Quem acompanhou o arco das Doze Casas lembra do discurso de Aioria para os cavaleiros de bronze que não deveriam deixar seu próximo oponente abrir os olhos ou toda vida cessaria. Esse oponente, é claro, era Shaka de Virgem, o homem mais próximo de deus. Nenhum dos quatro foi páreo para o poderoso cavaleiro e sobrou para o FOD#O e inigualável Ikki de Fênix. O que impressiona nessa luta é que Ikki, mesmo sendo o mais corajoso e destemido do grupo, se viu diante de um obstáculo que ele mesmo não tinha certeza de vitória e sentiu medo pela primeira vez. Mesmo assim o Fênix consegue forçar Shaka à abrir os olhos e finalmente revela seu poder devastador de privação dos sentidos.



3. Shun luta sem correntes

Shun de Andrômeda, o garoto pacifista que sempre depende de suas correntes para se defender. São acessórios bem convenientes para um personagem como ele que prefere não lutar. Mas então o que aconteceria caso suas correntes fossem destruídas? Como iria derrotar o inimigo? A resposta está no episódio em que Shun luta contra Afrodite. Sem correntes Shun precisa pela primeira vez de fato lutar com tudo o que tem e utiliza a Corrente Nebulosa que ao atingir seu limite vira a Tempestade Nebulosa. É uma cena que no futuro, quando surgirem quadros que passem cenas inteiras, vou emoldurar e pendurar no meu quarto.



2. Camus se despede de Hyoga

Não só de luta vive CDZ, cenas emocionantes tem seu lugar de destaque. Acredito que alguns achem que essa deveria ser a primeira do top. A luta de Camus contra seu discípulo Hyoga é de fato minha preferida de todo o arco, mas o que estou opinando aqui é mais a força emotiva que a cena me passou envolvendo todos os elementos. Mas enfim, essa luta não só demonstrou a determinação de Hyoga como cavaleiro como também a preocupação paterna forte que Camus tinha por ele. Finalmente culminando no embate que derruba os dois e aí ocorre uma das cenas mais tristes do anime que é a morte de Camus, e na época pra mim significou a do Hyoga também que no fim foi curado, mas mesmo assim a cena continua quase tão emocionante quanto.



1. Shiryu se despede de todos

Cara, se a do Hyoga se despedindo de seu mestre e amigos foi emocionante, imagina como é pra mim ver essa do Shiryu. Sem mais alternativas Shiryu se vê obrigado à utilizar a única técnica que seu mestre o proibiu de usar por se tratar de uma técnica suicida. Ao utilizá-la uma sucessão de coisas acontecem na cena. Seiya, Shun e Hyoga sentem o cosmo de Shiryu indo embora, o mestre ancião e Shunrei vêem de longe uma estrela indo em direção à constelação de dragão e percebem que é o Shiryu e Shura (o cavaleiro que recebeu a técnica do Shiryu) que até então achava que os cavaleiros de bronze eram malignos se vê obrigado à admitir seus erros e se arrepende. Mesmo sabendo que no final o Shiryu vai voltar, tudo na cena é feito para você se emocionar de novo do mesmo jeito da primeira vez ou quase tanto quanto, desde a música, a sucessão de cenas e os personagens se despedindo do amigo que só podem olhar sem poder fazer nada.





Esse foi meu top 5 de CDZ, até a próxima!

domingo, 14 de julho de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Wolfgang Amadeus Mozart

O famoso compositor do século XVIII. É um dos personagens de Fate mais apurados em relação à quem foi realmente Mozart, pelo menos no que diz respeito ao caráter do mesmo. Na verdade, por mais irônico que seja, o Mozart do Fate talvez seja até mais comportado em relação ao Mozart real. Na questão da aparência exagerada do personagem não chega à me incomodar visto que é bem coisa de anime, mas também pode ser porque já vi alguns bem piores. Tirem suas conclusões, segue a história abaixo.




WOLFGANG AMADEUS MOZART

Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart, mais conhecido como Wolfgang Amadeus Mozart, foi um grande músico e compositor austríaco, nascido em Salzburg no dia 27 de janeiro de 1756. Seu pai (Leopold Mozart, músico da corte) percebeu a afinidade do filho para música e começou a ensiná-lo desde criança e o pequeno Mozart já anotava suas idéias para músicas. Com cinco anos escreveu um concerto para cravo (definição para alguns instrumentos de tecla) e Leopold, convencido da genialidade do filho, organizou excursões pela Europa apresentando Mozart junto de sua irmã de 10 anos, Narienne, exímia instrumentista. Em uma dessas excursões Mozart se apresentou na Corte Real para a Imperatriz Maria Teresa onde ocorreu a famosa história em que a Arquiduquesa Maria Antonieta, com 7 anos na época, ajudou Mozart, de 6 anos, a se levantar do chão quando este escorregou e o garoto a propôs em casamento dizendo “Quer casar comigo? Sim ou não”, porém a menina gentilmente recusou.



Não parou de viajar, indo desde Viena aos Países Baixos, se tornando muito famoso e no decorrer dos anos, apesar das doenças e de alguns problemas financeiros, continuou a compor sonatas, madrigais e sinfonias. Com 14 anos, em 1770, começou uma excursão pela Itália. Em Viena foi eleito Mestre de Capela Honorário, em Roma foi condecorado pelo papa com a Cruz do Esporim de Ouro, passou três meses em Bolonha onde aprendeu os segredos do contraponto com o padre Martin e conquistou uma vaga na Academia Filarmônica Bolonhesa, mesmo que no regulamento fosse exigido ter 20 anos. Agora ele se sentia um verdadeiro músico e compositor. Em 1772, com 16 anos, já era dono de uma extensa obra e foi promovido a Mestre de Capela em Salzburg, porém o arcebispo o humilhava fazendo-o comer com os criados, a imperatriz dizia que ele era um músico pedinte por viver viajando à procura de renda e acabou sendo ameaçado de demissão caso continuasse as excursões, porém decidiu arriscar. Em 1777 partiu para Munique à procura de emprego fixo, mas foi em Mannheim onde testou o piano e ficou deslumbrado, criando então a “Sonata para Piano em Dó Maior”. Em 1778 sua mãe morre e então volta para Salzburg pegando o emprego de volta, porém anos depois se desentende definitivamente com o arcebispo e parte para Viena. Casou-se com Constanze Weber em 1782 e até 1786 Mozart produziu várias obras famosas, dentre elas “O Rapto de Serralho” e “Bodas de Fígaro”, mas sua fama começou a declinar, encarando assim problemas financeiros e de saúde. Em 1791 compôs “A Flauta Mágica”, “A Clemência de Tito” e “Réquiem” que não veio a terminar, e chegou a escrever uma mensagem dizendo que talvez estivesse compondo um réquiem para a morte, a sua própria no caso.




No mesmo ano em 5 de dezembro Mozart morre aos 35 anos. Dizem que sua morte foi devido à sua estrutura fragilizada pelas várias doenças adquiridas nas excursões desde a infância o que o fez perecer com a febre-reumática inflamatória. Diz-se também que Antonio Salieri, famoso compositor da época, havia envenenado ele por inveja de seu talento e por achá-lo inapropriado como compositor devido à seu linguajar esdrúxulo e comportamento infantil, porém isso ficou como lenda. Fato é que Mozart é lembrado até hoje como o grande compositor que foi.




Wolfgang Amadeus Mozart (Caster)




Na cultura popular


Life and Loves of Mozart (1955) - Um filme que explora a vida de Mozart na produção de uma das suas músicas, mas parece mais uma máscara pra mais um filme de romance.




Amadeus (1984) - De longe o melhor da lista. Baseado em uma peça, esse filme mostra a vida de Mozart misturando realidade com ficção de modo perfeito. Altamente recomendado.



Interlude in Prague (2017) - Sinceramente não sei bem como era a estória desse filme que de tão chato eu quase dormi. Aparentemente Mozart cansa de tocar para a egocêntrica alta sociedade de Viena e foge pra Praga, daí o título do filme.




Obs: Aparentemente tem um filme de 1936 que também conta uma estória sobre Mozart, porém não o encontrei para assistir.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Gaijin-san 03: One Punch-Man

O ser mais forte de todos os mundos, é dele que vamos falar nesse programa. Aproveitem.













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domingo, 7 de julho de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Spartacus

O grande líder dos escravos que aparece em Fate/Apocrypha. Não sei porquê a pele dele é cinza, mas imagino que queriam passar a idéia de um humano que chegou ao limite da musculatura, além de ser um cara com um rosto sempre com um sorriso assustador e maluco. É um visual um tanto ridículo pro meu gosto, pra alguém que foi um forte símbolo de liberdade. Conheça a história desse famoso gladiador.




SPARTACUS

Spartacus (Ou Espártaco) nasceu em 120 a.C. ou provavelmente em 113 a.C. na Trácia, uma região dividida atualmente entre a Grécia, Turquia e Bulgária. Viveu parte de sua vida como pastor e também chegou a servir como soldado nas fileiras do exército romano, mas desertou e formou uma quadrilha para realizar assaltos. Em 73 a.C. foi capturado e depois vendido em Cápua (no sul da península Itálica) como escravo para um lanista (como chamavam quem comprava e treinava gladiadores) chamado Lentulus Batiatus, um ex-legionário e ex-gladiador. Spartacus então virou um gladiador. Mesmo assim o guerreiro não aceitou por muito tempo as injustiças e humilhações as quais o lanista o fez passar e organizou uma revolta de escravos resultando na morte de Lentulus. O exército romano se mobilizou para acabar com a rebelião, mas os escravos liderados por Spartacus conseguiram vencer os soldados. Atendendo seu chamado à guerrilha mais escravos se uniram ao líder gladiador formando um exército que estima-se ter sido entre 70 e 90 mil homens, tomando assim a Cápua. Mais e mais soldados vinham para impedir a rebelião, mas só conseguiram armar ainda mais os escravos assim como aumentar a fama de Spartacus. Havia começado o que veio a ser chamado de “Terceira Guerra Servil”, “Guerra dos Escravos” ou “Guerra dos Gladiadores“.





O primeiro pretor a enfrentar o incidente foi Cláudio Glaber, com 3 mil homens, bloqueando as saídas do monte Vesúvio, onde o exército de Spartacus estava, visando matá-los de fome pois seu orgulho o impedia de enfrentar simples escravos. Porém Spartacus organizou ataques surpresas rompendo assim os bloqueios e tomando as armas do império romano. Com o aumento de escravos à revolta o exército de gladiadores se dividiu em duas frentes: Uma ficou na Cápua liderados por Crixus, que gladiou junto de Spartacus, enquanto a outra avançou em direção ao norte da Península Itálica liderados por Spartacus, visando chegar a sua terra natal, Trácia. Os escravos que ficaram em Cápua foram dizimados, inclusive Crixus. Houve outra frente romana que foi enfrentar o grupo de Spartacus, mas também foram derrotados junto do outro grupo romano de Cápua que veio para ajudar. Na Gália, contra os 10 mil homens do senador Cassio Longino, também não foi diferente.



Spartacus à direita

Spartacus cessou a marcha para o norte e decidiu atacar Roma que julgou estar indefesa sendo que dois de seus principais generais estavam em campanhas distantes. Rumando de volta ao sul derrotou mais colunas romanas visando chegar no mar, atravessá-lo e chegar na Sicília. Então foram feitos acordos com alguns piratas, mas Crasso, o novo designado para lidar com a rebelião, tinha espiões que descobriram o plano e fizeram os piratas traírem Spartacus falando sua localização. Spartacus tentou negociar sua rendição, mas Crasso não aceitou e começou a batalha no norte da Lacânia resultando na derrota dos escravos, terminando assim a Guerra dos Gladiadores em 71 a.C. Seis mil escravos  sobreviventes foram crucificados ao longo da via Ápia como aviso para outros escravos não tentarem algo parecido de novo. O corpo de Spartacus não foi encontrado, cogita-se que morreu na batalha.




Spartacus (Berserker)





Na cultura popular

Sins of Rome (1953) - Filme de romance e aventura contando a guerra dos gladiadores com um elemento de casal romântico, seguindo os elementos dos filmes dos anos 40, 50, 60 e por aí vai. Herói conhece moça, há o conflito que impede os dois de ficarem juntos. Mas nesse filme a execução é um pouco diferente, pois o Spartacus se mostra um homem amargurado e não se interessa muito por romance.



Spartacus (1960) - Grande filme clássico do aclamado diretor Stanley Kubrick inspirando-se no livro homônimo de Howard Fast e com Kirk Douglas no papel principal, resultando em um ótimo filme de guerra e ação, ainda mais para quem gosta de filmes peplum ou espada e sandália. Fato curioso é que o filme Sins of Rome antes se chamava Spartacus, mas Stanley Kubrick comprou os direitos do nome mudando o título do filme anterior.




Spartacus (2004) - Basicamente é só um remake do filme de 1960, com algumas poucas mudanças. O Spartacus aqui tá muito galãzinho se querem saber.



Spartacus: Blood and Sand (2010) - Primeira parte da série produzida pela Starz contando de modo exagerado (e bem apelativo) a história de Spartacus, mas mesmo com todo esse sexo, luta e clichés exagerados acho que a série conta uma boa história e vale a pena ver. Essa primeira temporada vai desde a captura de Spartacus até o início de sua fama como gladiador e por fim na famigerada rebelião de escravos.




Spartacus: Vengeance (2012) - Segunda parte da série da Starz contando o início da guerra dos escravos contra os romanos e as dificuldades de Spartacus em manter um exército de brigões unidos por uma causa. O ator Andy Whitfield, que interpretou Spartacus na primeira temporada, infelizmente acabou morrendo e quem o substitui nessa temporada é Liam McIntyre.




Spartacus: War of the Damned (2013) - Terceira e última parte da série, mostrando mais da rixa entre o general Crasso (um personagem que eu acho ótimo, bem Lawful-Neutral) e Spartacus, além da morte de Crixus além de uma aparição de um Júlio César e não sei dizer o quão apurado é isso em relação à história. Por fim a série mostra a derrocada do exército dos gladiadores para o exército de Crasso.







Obs: A série também tem uma temporada prequel intitulada Gods of the Arena, contando uma estória 10 anos antes da contada em Blood and Sand. Os personagens principais nessa temporada são Gannicus e Oenomaus que vieram à se tornar generais do exército de escravos.


sábado, 6 de julho de 2019

Gaijin-san 02: Cavaleiros do Zodíaco (Geral)

Para aqueles fãs do clássico anime de Masami Kurumada, falaremos um pouco sobre todas as séries lançadas dessa franquia que eu particularmente amo de coração.
















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sábado, 29 de junho de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Asterios

Umas das adaptações de mitos que mais me agradam em Fate é o mito do minotauro que muitas vezes vimos como um mero monstro, mas aqui ele é visto como um ser meio-homem, meio-touro (mais homem que touro) incompreendido que na verdade até ajudou a salvar sua terra de certa maneira.




ASTERIOS

O nome Asterios (nome que significa relâmpago) pode se referir a várias coisas. Há várias figuras históricas com esse nome: Santo Asterios de Ostia, o padre martirizado; Asterius de Cesareia, um senador romano; Asterius, irmão de Claudius e Neon que sofreram martírio durante a perseguição de Diocleciano. Mas as figuras mais importantes estão centradas mais na Grécia, terra de vários mitos conhecidos e populares até hoje. Em Argos, Asterion é um dos três deuses do rio e também foi o nome de dois argonautas. Por fim a mais marcante é a história sobre os dois Asterios de Creta onde a figura do touro era cultuada, sendo até o símbolo da família real.





Asterios I, filho de Tectamus, herdou a ilha de Creta se tornando rei de Creta. Um tempo depois ele assumiu como esposa a moça chamada Europa, filha do rei da Fenícia, depois que esta foi raptada por Zeus e levada até Creta para ser violada e o deus ainda estava disfarçado de touro para que sua esposa ciumenta, Hera, não o descobrisse, mas supõe-se que foi o próprio Asterios I quem se disfarçou com uma máscara de touro, raptou e estuprou a moça e provavelmente inventou a história de Zeus para desviar a culpa de si e evitar uma guerra com a Fenícia. Europa deu a luz a três meninos: Minos, Rhadamanthus e Sárpedon. Com a morte de Asterios I seu filho Minos ficou apreensivo para ficar com o trono e pediu para que Poseidon, deus dos mares, o ajudasse e com sua assistência expulsou os dois irmãos da Ilha de Creta e Minos se tornou o novo rei de Creta. Poseidon pediu à Minos que sacrificasse um touro dos mares em sua homenagem por tê-lo ajudado à se tornar rei. Minos achou o touro tão belo que decidiu sacrificar outro touro qualquer no lugar e Poseidon como castigo fez com que Pasífae, esposa de Minos, se apaixonasse pelo touro dos mares e de sua união nasceu uma criatura meio homem, meio touro, Asterios II, que veio a ser mais conhecido pelo seu apelido de Minotauro (touro de Minos). Tudo isso ocorrendo por volta da guerra cretense entre os anos 205 e 200 a.C.





Minos mandou que Dédalo construísse um grande labirinto para aprisionar a criatura e quando dominou Atenas, Minos ordenou que fossem enviados todo ano 7 moças e 7 rapazes para o labirinto como sacrifício para o Minotauro, virou um verdadeiro labirinto do caos por onde só Asterios conseguia andar sem se perder por ter passado a vida lá. Após 3 anos de sacrifícios um jovem ateniense chamado Teseu se voluntariou para matar a criatura e com a ajuda da filha de Minos, Ariadne, que lhe deu uma espada mágica e um novelo de lã para não se perder no labirinto, conseguiu matar o Minotauro até salvando alguns atenienses ainda vivos.




Asterios (Berserker)





Na cultura popular

Teseo contro il minotauro (1960) - Filme italiano de romance e aventura mostrando a saga de Teseu até o momento que ele mata o minotauro que só aparece no final.





Hércules e o Labirinto do Minotauro (1994) - Kevin Sorbo em sua clássica interpretação do "Hércules magro" na série do Sam Raimi. Nesse filme o herói vai resolver o problema com o minotauro assombrando uma cidade. Aqui eles pegam um pouco (bem pouco) do que é o mito real do minotauro, ao invés de ser só mais um monstro. O engraçado é que os personagens ficam mais da metade do filme resumindo os melhores episódios da última temporada da série, fora isso o filme é bem saudosista.




Ariadné Fonala (2009) - Um curta-animado bem criativo, acho que vale a pena ver só pela criatividade do vídeo. Segue abaixo os primeiros minutos do curta.



sexta-feira, 21 de junho de 2019

Outcast 1 - A Marvel no cinema depois de Infinity War

Outcast é um podcast em que eu e o Gabu, falamos de notícias interessantes e nossas opiniões de mer*. Mandem ver e ouçam.





OUTCAST - MCU: O QUE FOI E O QUE SERÁ



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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Paul Bunyan

Olhaí, primeiro personagem dessa série de posts com o gênero trocado. Caso não saiba a franquia Fate é famosa também por suas personagens femininas que ficaram registradas na história da humanidade como sendo homens. Bom muitas outras obras asiáticas fazem isso, mas Fate, por ser muito popular, acaba por ser uma das mais destacadas nesse quesito. Dito isso, Bunyan é uma personagem mais de comédia do que uma personagem séria. Sua aparição é mais frequente nos quadrinhos "Manga de Wakaru! FGO" (Learn with Manga! FGO que traduzindo seria Aprenda com Mangá! FGO), mangá de comédia com traços cartoonescos que contam pequenas aventuras da insana "Protagonista Feminina Sem Nome" do jogo de RPG Fate/Grand Order, apelidada popularmente de Gudako que na tentativa de criar um servo poderoso misturou seus Cálices Sagrados com massa de macarrão (não pergunte), a massa criou vida e Gudako à criou até ela crescer e virar uma gigante Paul Bunyan loli de 1 estrela. Mas vamos adiante na história.




PAUL BUNYAN

O lenhador gigante do folclore americano, protagonista de vários livros infantis. A criação, o criador e a origem desse personagem são incertos, pois vários estados americanos, como Michigan e Minnesota, afirmam ser o lugar de nascimento da lenda, mas elas se centralizam mais em Maine. Antigos lenhadores também afirmavam ter visto um grande homem lenhador vagando na região dos Grandes Lagos entre os Estados Unidos e o Canadá, mas estavam bêbados quando viram. As várias estórias de Paul Bunyan ficaram conhecidas como “Tall Tales”, contos que podem ser ou não ser verdade, mas que são bem difíceis de acreditar devido ao exagero. Em uma das estórias dizem que cinco cegonhas, muito exaustas, entregaram o bebê gigante para os pais em Bangor do estado de Maine em meados do começo do século 19. Quando criança Paul encontrou em meio à neve um bezerro azul que nomeou de Babe que cresceu tanto que comia 30 fardos de feno como almoço. Paul cresceu em grande tamanho até quase alcançar o céu, chegando à idade adulta se tornou lenhador e saiu de casa caminhando rumo à oeste vivendo aventuras com Babe como seu parceiro que também ficou gigante, mas essa é só uma das inúmeras versões do início da lenda de Paul Bunyan.



Um autor de Michigan, D. Laurence Rogers, disse que o modelo mais adequado para as lendas de Bunyan foi um madeireiro Franco-canadense chamado Fabian “Sagnaw Joe” Fournier, nascido em Quebec, que tinha 1,80m de altura e diziam que seus dentes podiam mastigar uma barra de madeira. Mas de acordo com Michael Edmonds, em seu livro Out of the Northwoods: The Many Lives of Paul Bunyan (Fora das Florestas do Norte: As Muitas Vidas de Paul Bunyan) de 2009, as estórias sobre Paul Bunyan já circulavam antes das estórias sobre Fournier. Da parte de Edmonds o nascimento de Paul são apenas um amontoado de estórias fictícias contadas pelos madeireiros do século 19. Em Wisconsin, por volta de 1880, vivia um lenhador chamado Gene Shepard que dizia ter inventado os contos de Paul Bunyan, no entanto nunca foi provado que ele de fato inventou os contos folclóricos sobre o personagem.



Nos contos diziam que devido ao seu enorme tamanho Bunyan conseguia limpar toda uma floresta com apenas um movimento de seu machado, e ainda que andando pelo Arizona arrastando seu machado abriu um desfiladeiro que se estendeu por quilômetros que veio a ser o famoso Grand Canyon e que também foi responsável pelo surgimento de outras várias paisagens americanas famosas tais como o Rio Mississipi, os Lagos Finger, as Cascatas do Niagara, Black Hills e muitas outras, tudo isso apenas fazendo coisas do seu dia-a-dia durante sua aventurada caminhada. Alguns dizem que ele ficou tão triste com sua derrota para as máquinas que faziam seu trabalho de cortar árvores mais rápido que rumou para o Alasca onde ele e seu touro azul Babe pereceram. Existem várias estátuas e monumentos pelo continente americano em homenagem a esse personagem folclórico, além de um parque de diversões, concursos de força, entre outras homenagens. De um jeito ou de outro, para os pioneiros os contos de Bunyan representam a fundação da América e suas maravilhosas explorações.



Paul Bunyan (Berserker)





Na cultura popular



Paul Bunyan (1958) - Um curta-animado da Disney contando lindamente a lenda de Paul Bunyan. Segue abaixo o curta inteiro em inglês.







Tall Tale [Os Super Heróis do Oeste] (1995) - Um filme também da Disney, só que dessa vez é live action. Paul Bunyan aqui é mais um personagem secundário. O protagonista é o garoto Daniel Hackett, que junto de outras lendas como Pecos Bill (que é o Patrick Swayze inclusive) e John Henry vivem aventuras (não tão) emocionantes. Não diria que esse é ruim, mas o filme fica naquele clima de "eles existem, não existem" e no final acho que ele existem e resolvem o problema lá. Na minha opinião o moleque fez foi invocar os três do Trono do Heróis, hehhehe you know what im saying!?






Axe Giant: The Wrath of Paul Bunyan (2013) - Hmmm, como eu começo? Esse filme é ruim, tipo muito ruim. Axe Giant é um desses filmes de terror independentes, eu não diria nem que é tão ruim que é bom, se é que me entende, com exceção de uma cena que mostra o quão "sério" o filme é, a única que me fez continuar me torturando pra assistir até o final e conferir se tinha mais igual. Confiram se gostam desse tipo de filme.




Bunyan and Babe [Bunyan e Baby: Os Amigos da Floresta] (2017) - Dessa vez é um filme de animação em CG, mas daqueles CGs bem toscos (tá, nem tanto, já vi piores). É um filme mais pra criança ensinando aquela velha ladainha de salve as florestas e não seja um milionário babaca querendo destruir as florestas. A coisa mais marcante do filme é que no elenco estão John Goodman e nosso eterno Luke Skywalker, Mark Hamill...fazendo um personagem qualquer, mas ele tá lá.




quinta-feira, 13 de junho de 2019

Gaijin-san 01: Como conhecemos animes

Esse é o podcast pra quem é neet, nerd, otaku, de tudo um pouco e por aí vai. Nesse programa inicial eu e mais alguns doidos vamos falar das nossas experiências ao adentrarmos no mundo maravilhoso e insano dos animes, mangás e deus sabe lá mais o quê.

Obs: No começo eu falo que o nome do podcast é "Gaijin-são", mas nos programas seguintes o nome foi corrigido para "Gaijin-san".














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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Fate/Saiba Quem Foi: Sasaki Kojiro

Dessa vez falaremos sobre um famoso espadachim, lendário no Japão. Antes uma observação: na história de Fate o personagem não é o próprio Sasaki, mas sim um espadachim cujo treinamento o levou à chegar muito perto das técnicas do lendário espadachim e por isso é invocado sob o nome de Sasaki Kojiro, mas ele mesmo não sabe mais seu verdadeiro nome (how convenient). Adiante.



SASAKI KOJIRO

Também conhecido como Sasaki Ganryuu, nome da escola de kenjutsu (técnica de espada) que fundou. Diz-se que ele nasceu em 1585 na prefeitura de Fukui. Foi considerado um grande mestre espadachim japonês que viveu durante os períodos Sengoku e Edo, marcados pelas guerras e o governo da família Tokugawa. Muitas coisas à respeito de Sasaki Kojiro são incertas, desde sua idade até sua própria existência. Dizem que ele aprendeu o estilo Chujo-ryu do mestre espadachim Kanemaki Jisai ou Toda Seigen cujas técnicas eram usadas com a kodachi (uma espada estilo katana só que mais curta para ataques de velocidade), ou talvez Sasaki tenha sido parceiro de treino do mestre Seigen e assim aprendeu a técnica. Sasaki passou a utilizar as técnicas aprendidas com Seigen usando uma nodachi (uma espada estilo katana só que mais longa para ataques de maior alcance). Surpreendentemente conseguindo utilizar as técnicas tão rápido quanto Seigen só que usando a nodachi, criando seu próprio estilo. Depois de derrotar o irmão mais novo de Seigen fundou a escola Ganryuu (Estilo Grande Rocha). O relato mais confiável sobre a vida do espadachim afirma que em 1610, por sua fama devido aos inúmeros sucessos em duelos, foi homenageado pelo famoso samurai Hosokawa Tadaoki que disse que Sasaki era o mestre de armas principal do feudo Hosokawa do norte de Kyushu.




Tendo dominado as técnicas com a nodachi Sasaki adotou uma que chamou de Monohoshi Zao (Lavanderia/Vara de Secar Roupa) que tinha 90 cm de comprimento, 20 cm à mais que uma katana comum. Apesar do peso extra da espada Sasaki conseguia utilizar suas técnicas com impecável velocidade e utilizando-se dessa velocidade, por volta de 1605, criou sua técnica mais conhecida, a Tsubame-Gaeshi (Retorno da Andorinha) chamada assim porque imitava o movimento da cauda de uma andorinha em vôo, aves que Sasaki observava na Ponte Kintai em Iwakuni. Diz-se que a técnica consistia em lançar dois golpes rápidos nas laterais e em seguida um por cima, tão rápidos que pareciam três golpes dados ao mesmo tempo.


Escultura representando o duelo na ilha Ganryu (Sasaki Kojiro à esquerda)

No dia 13 de Abril de 1612, na ilha Ganryuu de Funashima, ocorreu o famigerado duelo entre Sasaki Kojiro e Miyamoto Musashi, seu dito rival. Existem várias histórias contando os mais diversos detalhes sobre a luta dos dois, porém todas tem o mesmo final: a derrota de Sasaki. Uma versão diz que Musashi chegou atrasado de propósito para desequilibrar Sasaki que impaciente insultou Musashi e o atacou desprevenidamente. Outra diz que o sol atrás de Musashi cegou Sasaki e o adversário se aproveitou da abertura. Independente das várias versões o importante é que foi uma luta difícil para os dois, embora muito curta, mas Musashi saiu vitorioso com o golpe de sua bokken (espada de madeira) que acertou no crânio de Sasaki matando o espadachim. Uma versão da luta diz que Sasaki aplicou seu Tsubame Gaeshi e certo de sua vitória sorriu, porém Musashi havia evitado o golpe milagrosamente e quando acertou Sasaki no crânio este morreu sorrindo ainda crente de sua vitória.



Sasaki Kojiro (Assassin)




Na cultura popular

Sasaki Kojiro e Sasaki Kojiro Kohen (1957) - Filmes em sequência mostrando aventuras e romances fictícios sobre Sasaki. Apesar disso é uma boa história de samurai, pra quem gosta desse estilo é uma boa pedida.

(Sem vídeo)






Obs: Existem mais filmes sobre Sasaki Kojiro, porém não os encontrei para assistir. Tem também uma trilogia de filmes cujo protagonista é Musashi, Sasaki só tem mais foco no terceiro filme, sendo assim prefiro falar dos três filmes no post sobre Musashi. Aqui uma cena de algum filme que não sei qual é mostrando Sasaki e seu Tsubame Gaeshi.





Fate/Saiba Quem Foi: Mata Hari

Se você se interessa pela franquia Fate (Fate/Stay Night, Fate/Zero, -Apocrypha, -Extra, -Grand Order, etc) e quer saber mais sobre as lendas, mitos e histórias dos personagens estarei fazendo esses posts explicando de uma forma resumida e rápida sobre quem foram esses incríveis (alguns nem tanto) personagens. No final ainda colocarei onde esses personagens aparecem na cultura popular (Filmes, livros, etc...) e darei minha opinião dos mesmos, mas não de todos, só alguns.




MATA HARI

Seu nome verdadeiro era Margaretha Geertruida Zelle, nascida na pequena cidade de Leeuwarden, situada no norte da Holanda, no dia 7 de agosto de 1876. Seus pais eram Adam Zelle (senhor de espírito aventureiro) e Antje Johanna van der Meulen, de quem herdou os traços asiáticos. Quando tinha 14 anos sua mãe faleceu e seu pai (depois de se casar novamente) à enviou para viver com familiares junto com seus três irmãos mais novos, Johannes, Arie Anne e Cornelis.





Enquanto morava com os tios na cidade de Leida (também na Holanda) acabou sendo expulsa do colégio onde estudava por se envolver sexualmente com um dos diretores, isso aos 16 anos e então fugiu de casa para viver em Haia com um tio. Aos 19 respondeu à um anúncio de casamento publicado por Rudolph MacLeod de 39 anos, um funcionário da Companhia das Índias Orientais e passou a viver casada na Indonésia e começou a se interessar pela cultura malaia. Seu casamento era infeliz; Rudolph era alcoólatra, dava acessos de fúria contra a moça além de que não escondia que tinha uma amante cuja era a babá de seus dois filhos, Norman e Jeanne. Em um ataque de ciúme a babá atentou contra a vida das crianças utilizando veneno que acabou matando Norman que tinha apenas 2 anos na época. Para abafar o caso disseram que as crianças foram envenenadas por inimigos do militar. Depois de Rudolph ser dispensado do serviço militar o casal voltou para a Holanda com a filha Jeanne. Margaretha se separou do marido, perdeu a guarda da filha e sem condições de tomar a filha de volta foi para Paris, com a ajuda de Henri de Maguerie, para viver como artista exercendo as lições de dança oriental que aprendeu na Indonésia e adotou o nome “Mata Hari” que significa “Olho da Manhã” em malaio.





Em Paris se tornou famosa dançando em apresentações de circo, com strip-teases e danças exóticas até que sua apresentação em 1905 no museu Guimet dedicado à cultura asiática à tornou famosa em toda a Europa e logo o nome Mata Hari ficou conhecido no mundo e ela passou a ser cobiçada por figurões fascinados pelas danças da garota dos olhos deslumbrantes que lembravam o amanhecer tal qual seu nome artístico denominava. Em 1912 sua fama entrou em declínio, porém ela havia se tornado uma importante cortesã no período em que passou se apresentando pela Europa, mantendo relacionamentos com políticos, altos militantes e homens influentes de vários países. Em 1914 a Grande Guerra (Primeira Guerra Mundial) começou. Durante esse período Mata Hari fazia suas viagens corriqueiras pela Europa visitando seus “amigos” e começou a ser suspeita de espionagem, tanto pela França como pela Alemanha. Mata Hari foi submetida à julgamento pelos franceses em julho de 1917 acusada de revelar aos alemães detalhes sobre a nova arma dos aliados, o tanque de guerra. Foi condenada à morte por fuzilamento em outubro do mesmo ano. Diz-se que na hora da morte ela recusou botar a venda tirou a roupa e mandou beijos para os executores e que os soldados precisaram botar vendas para não serem seduzidos por ela. Não se sabe se ela realmente era culpada de espionagem.




Mata Hari (Assassin)





Na cultura popular


Mata Hari (1931) - É um típico filme de romance dos anos 30, mocinha conhece mocinho e os dois se apaixonam. Porém o final é um tanto diferente do que se esperaria de um filme assim, o que é válido, visto o final que Mata Hari teve na vida real.





Mata Hari, Agent H21 (1964) - Esse filme aborda mais a Mata Hari espiã, mas também tem um romance mais estruturado e um pouco de suspense.





Mata Hari (1985) - Outro filme normal sobre Mata Hari como espiã.




Mata Hari (2016) - De todos os itens da lista essa série é a que mais vale a pena ver. Ela aborda todos os aspectos de Margaretha até o momento que ela vira Mata Hari chegando até seu triste destino. É uma série bem curta então se você encontrá-la por aí recomendo ver.




OBS: Tem mais dois filmes os quais não assisti para poder dar minha opinião, mas eis eles aqui caso queiram ver: Mata Hari, la vraie histoire (2003) e Mata Hari (2016).


segunda-feira, 10 de junho de 2019

Os Bons Live Actions de Anime e Mangá

Todos já passamos por vários live actions, muitos decepcionantes e vários satisfatórios ou bons, que em sua maioria são os adaptados de quadrinhos americanos. Então para quem gosta de anime é quase inevitável imaginar algum anime ou mangá favorito adaptado para a maravilha que é o cinema. "Como seriam esses poderes na tela?", "Que ator ou atriz seriam ótimos interpretando esse personagem?". Mas, no que condiz às obras orientais, devido às grandes decepções, ficamos com um muito receio, pois são em sua maioria horríveis, sejam produções ocidentais ou orientais. Bem raramente aparecem alguns que se salvam e é desses que eu vou falar, na verdade recomendar para deixar vossa pessoa leitora mais relaxada caso veja alguns desses títulos por aí e saber que pode assistir sem medo. Falarei de 3 títulos aqui, depois quem sabe falo de mais 3. Vamos à eles.






1 - Rurouni Kenshin ou Samurai X



Não que eu esteja fazendo um top dos melhores aqui, mas esse eu quis deixar em primeiro porque esse filme é simplesmente foda. Olha eu nunca vi acertarem tanto em um live action baseado em um mangá. Uma das coisas que mais me incomodam nesses filmes é a insistência de botarem um elenco inteiro cujas nacionalidades são visualmente diferentes dos personagens que estão representando. O elenco do filme seria todo asiático, independente das nacionalidades dos personagens ou da locação da história, mas como Samurai X fala sobre samurais não há problema. Falando no elenco, todos foram muito bem escalados para seus respectivos personagens. A história do filme também está muito bem adaptada, sem parecer muito apressada ou muito resumida. Não vou entregar muito do filme, mas gostei muito do que fizeram com o plano do barco do Makoto Shishio que teve um espaço melhor no enredo do terceiro filme que fecha lindamente a trilogia. Mas o que mais impressiona nos filmes é a coreografia das lutas e o trabalho de câmera. As lutas são enérgicas e rápidas, num equilíbrio perfeito entre o possível e o impossível e o mais incrível é que você consegue acompanhar perfeitamente com o excelente trabalho das câmeras acompanhada da igualmente excelente trilha sonora. Com tudo isso só posso dizer parabéns, existe prova de que a humanidade tem esperança afinal. Uma curiosidade, o primeiro filme foi lançado em DVD e Blu-ray aqui no Brasil, e com as opções de três idiomas: Original-Japonês, Português-Nova Dublagem e Português-Dublagem Clássica. Como deve-se imaginar, sim uma das opções é com o elenco de dublagem do anime, com exceção do Yahiko por motivos óbvios (o cara não tem mais voz de menino). Achei muito maneiro isso de trazer essa galera de volta, mas infelizmente nessa opção de idioma o áudio tá zoado, a trilha chega adiantada e passa por cima da voz dos personagens, gostaria que tivessem consertado isso.




2 - Gantz e Gantz: Perfect Answer



Se você não viu esses dois filmes já vou dizendo que só tem uma cena de mulher pelada e não aparece muita coisa. Enfim, Gantz é ou foi um dos meus seinens favoritos (eu ainda tenho uns sentimentos confusos quanto algumas coisas do mangá), mas os filmes são realmente bons. O primeiro filme segue fielmente os ocorridos da primeira parte da história do mangá, desde o acidente de trem até as estranhas criaturas enfrentadas pelos protagonistas cujo elenco é bem parecido também. Uma coisa muito boa sobre o filme é que a maior parte dos efeitos são práticos e não gerados por computador, mostrando que a produção se preocupou em deixar o filme visualmente bonito e realista o máximo possível, pois numa história como Gantz eles poderiam muito bem encher de CG em tudo. As cenas de ação também são muito bem feitas e o drama pesado também estão bastante fiéis à trama de Gantz. E se você, assim como eu, leu o fim de Gantz no mangá e ficou um tanto insatisfeito o segundo filme tem um final que particularmente eu acho um pouco melhor. Pode não ser uma "perfect answer" mas é quase.




3 - Oldboy



A versão coreana por favor, não cheguem perto da versão americana. Dito isso, esse é originalmente um mangá japonês, escrito por Garon Tsuchiya (também conhecido como Marley Caribu) e ilustrado por Nobuaki Minegishi, com o título de Loose Senki: Old Boy. Então o diretor coreano Park Chan-wook olhou essa história e decidiu fazer um filme e assim, em 2003, saiu Oldboy. Devo dizer que nunca li o mangá, mas o filme é simplesmente excelente então vou confiar, um dia leio o mangá e comparo as versões de Oldboy em um outro post. Mas independente disso o filme é uma ótima pedida pra quem gosta de um filme violento com ação suja (na falta de uma palavra melhor) e fora isso tem o mistério e o suspense e um final ótimo, vai por mim, se você não viu vale muito à pena conferir.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

O que a DC está fazendo?




Continuando com a industria dos filmes de heróis eu quero falar o que podemos esperar da DC a partir de agora, mesmo obtendo um sucesso estrondoso com Aquaman que arrecadou 1 Bilhão de bilheteria (psé quem viu essa vindo) que diferente de Pantera Negra e Capitã Marvel que tiveram certa apelação a públicos específicos além dos adoradores da Marvel, o carisma de Jason Momoa e um filme frenético, bonito visualmente com roteiro fácil, melhor parar por aqui kkkk, foram suficientes para essa vitoria. Uma que a DC estava precisando muito depois de tantas falhas terríveis como BatmanVs Superman e o Guardiões Suicidas e com certeza pra mim é o pior filme feito dessa era dos filmes de heróis, enfim com esse fôlego que a empresa vem ganhando eles resolveram voltar uns passos e não mais tentar se igualar a Marvel e desistir do seu universo cinematográfico.

Isso é uma boa e uma péssima notícia, boa porque podemos esquecer Esquadrão das Galáxias, BatfleckVsSupertrouxa e a Liga dos Aloprados. Acho que eu fico irritado quando penso nesses filmes acho que seria mais rápido explicar em um vídeo, mas vamos nos ater ao assunto, péssimo porque temos bons personagens dentro desses filmes e sequências inteiramente ligadas aos acontecimentos dos mesmos. O próprio Aquaman segue depois de Liga da Justiça e vai ter uma sequela, a Mulher Maravilha também vai ter uma sequência temos Shazam que vem fazendo certo sucesso, como vão reaproveitar todos esses bons resultados separados? sendo que tem graus de interação fortes o seu potencial acaba perdido, bem sempre tem a estratégia Fox que é a moda caralha fazem filme a torta e a direita e não explicam nada só colocam "X-Man" no título que vai dar dinheiro.

De todo jeito pode se dizer que esse universo começou natimorto, Ben Afleck já está confirmado que não mais participará do filme solo do Batman, The Flash provavelmente não sairá e se tiver tem a possibilidade de não ser com o Ezra Miller (nada com o ator mas esse flash é o pior que eu já vi e olha que tivemos um flash vestido de veludo) pelo que parece Ezra fez seu próprio roteiro pro filme do velocista e os diretores não gostaram, e outro que vou sentir falta é o Henry Cavill, o Melhor Superman até agora, sua atuação é longe de ser impecável, porém faz você acreditar que ele é o escoteiro de cueca pra fora, o ator declarou que só faria uma continuação de Homem de Aço se pudesse ter controle sobre o roteiro e de quem seria o diretor, além de querer um aumento do salário vishhh. Fica difícil de continuar assim, eu honestamente acredito que a DC não vai querer apostar nessa, provavelmente vão focar no que deu dinheiro até agora e deixar a poeira baixar, então a sombra dessas informações é de se preocupar o que diabos vai ser daqui pra frente.

O futuro é nebuloso e até agora temos a promessa de James Gunn dirigindo o filme "rebootado" de Esquadrão Suicida sem Will Smith e seu personagem Deadshot, gosto muito do James mas espero que ele não simplesmente faça ctrl C e ctrl V nesse novo filme (o primeiro já foi ruim o suficiente). E o solo do Curinga com Joaquim Phoenix um filme promissor, profundo, realista e completamente fora de tom com os outros filmes, a pegada desse filme parece muito mais com a trilogia Nolan do que os últimos que saíram. Provavelmente vai ser um sucesso e aí vem o meu medo de novamente quererem mexer nos filmes que vão sair.

A pouco tempo ficou acertado que o Filme solo do Batman que devera sair em junho de 2021 terá como protagonista o ator Robert Pattinson, sim o famoso Edward da saga crepúsculo, a controvérsia é muito grande o ator dificilmente conseguira sair do estigma do vampiro purpurina, embora o ator tenha se provado melhor do que seu famoso papel eu pessoalmente terei muita dificuldade de desvincula-lo da saga teen, pretendo assistir as obras boas em que esteve envolvido vai que é verdade que ele é bom. The Batman  mostrará um lado mais detetivesco pelo menos é o que prometem, o diretor Matt Reeves tem carta branca para fazer o que quiser pelo visto, vamos esperar que ele se prove melhor que seus antecessores.